
A Fundação Pró-Rim está na fase de conclusão de uma obra em Palhoça, onde terá capacidade para atender até 240 pessoas pacientes/mês. E para falar um pouco sobre esta novidade na saúde pública daquela região, a Pró-Rim esteve no dia 23 de junho na Câmara de Vereadores de Palhoça, com ações de orientação e prevenção em saúde, além de mostrar aos parlamentares como estão as obras.
Durante todo o dia, profissionais da saúde aferiram pressão e realizaram testes de glicemia capilar nos servidores, vereadores e no público que passou pelo Legislativo Municipal. Na sessão parlamentar com os vereadores, a médica nefrologista e responsável técnica pela unidade Pró-Rim de Palhoça, dra. Mariana Sabbagh, falou sobre a doença renal crônica e a clínica de hemodiálise em construção na cidade.

A estrutura da Pró-Rim em Palhoça
A Pró-Rim é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que atende mais de 99% de seus pacientes através do Sistema Único de Saúde (SUS). E construir uma clínica em Palhoça é também uma forma de levar mais conforto aos pacientes, que hoje precisam se deslocar vários quilômetros para fazerem seu tratamento.
A previsão de início do atendimento à comunidade na região da Grande Florianópolis é no segundo semestre de 2025. O espaço físico, 1.100 metros quadrados, foi ofertado pelo Instituto Lions da Visão e tem o apoio do Instituto Ideas. O prédio fica no mesmo local em que está instalada na unidade do Hospital de Olhos, no bairro Pagani, em Palhoça.

Equipe da Pró-Rim e do Hospital dos Olhos em vistoria às obras de clínica que deve ser inaugurada no segundo semestre de 2025

Diretoria da Pró-Rim e funcionários, com representante do Hospital dos Olhos e do Instituto Lions da Visão em frente ao prédio que abrigará também a Pró-Rim
A nova estrutura atende a um pedido do Governo do Estado, que hoje tem uma demanda reprimida de pacientes que necessitam de terapia renal substitutiva. E tem apoio da Prefeitura de Palhoça. Inicialmente serão gerados aproximadamente 50 empregos diretos, além dos indiretos, através de contratos com laboratórios, clínicas de imagem, lavanderia, segurança, transporte e outros.
Josi Tromm Geisler — Comunicação Pró-Rim




