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Muito além da máquina: a rede invisível que humaniza o tratamento renal na Pró-Rim Tocantins

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29 de dezembro de 2025
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  • Embaixador da Solidariedade
  • Mobilização social
  • Pró-Rim Tocantins
  • solidariedade
  • voluntariado

Neste ano, Valquiria viabilizou a doação de seis cadeiras de rodas para a Pró-Rim em Palmas (TO).

Conheça a história de mobilização liderada por Valquíria Rezende, na qual a solidariedade preenche lacunas sociais e devolve a dignidade a centenas de pacientes da Fundação Pró-Rim

De familiar acompanhante à embaixadora da causa

Enquanto o som rítmico das máquinas de hemodiálise marca o passar lento das horas para centenas de pacientes no Tocantins, uma rede invisível de afeto atua nos bastidores para devolver humanidade e esperança ao ambiente clínico. No centro dessa engrenagem está Valquíria Moreira Rezende.  

Pedagoga e gestora pública, ela viu sua vida mudar há oito anos quando o marido recebeu o diagnóstico de doença renal crônica. O laudo, que para muitos soa como um fim, para Valquíria foi o início de uma nova missão: ser voluntária da Fundação Pró-Rim. 

Hoje, reconhecida como uma ‘Embaixadora’ da causa, Valquíria transcende o papel de acompanhante para atuar como uma promotora ativa de ações do bem, mobilizando sua rede de influência para sensibilizar a sociedade civil. Sua atuação é o pilar de um voluntariado de mobilização que preenche lacunas essenciais, garantindo desde segurança alimentar até suporte medicamentoso, provando que o cuidado integral é um projeto coletivo construído através da solidariedade ativa. 

“Eu entendo que o papel da gente como ser humano é usar as possibilidades e a inteligência que temos a serviço dos outros. A oportunidade de doar não é só sobre dinheiro, mas doar tempo, conversa, dedicação e um sorriso; isso faz muita diferença para quem precisa. A gente veio ao mundo para servir, não foi para ser servido”, garante Valquíria. 

O estigma diagnóstico e o desafio da ressignificação

Para a maioria das famílias, o diagnóstico de Doença Renal Crônica (DRC) surge como uma ruptura abrupta da normalidade, carregada de estigmas e incertezas. Valquíria Rezende recorda o impacto simbólico do primeiro laudo, que descreve como um momento de profunda vulnerabilidade: “O termo ‘crônico terminal’ ecoa de forma pesada; é uma sentença que apavora. Infelizmente, a doença renal ainda é um tabu, não está nas rodas de conversa nem na nossa rotina, o que amplia o medo do desconhecido”, explica. 

É justamente para preencher esse vácuo de informações e amparar o impacto emocional que a psicologia clínica da Fundação Pró-Rim intervém. Isabela Sousa, psicóloga da instituição, explica que o acolhimento qualificado começa pela validação da dor e pelo suporte psicoeducativo.  

“O primeiro passo é legitimar o que o paciente sente diante da nova realidade. Apresentamos a condição de forma clara e técnica, porém humanizada, mostrando que, apesar de ser uma patologia crônica, a autonomia e a qualidade de vida são metas possíveis. O objetivo é que o diagnóstico deixe de ser lido como uma condenação e passe a ser compreendido como um desafio de vida e um recomeço”, detalha a especialista. 

Essa abordagem humanizada é sustentada pelo conceito do “triângulo do cuidado”. Segundo Isabela, o sucesso do tratamento reside na conexão equilibrada entre o paciente, a equipe de saúde e a rede familiar. Quando o voluntariado se integra a essa estrutura, o ambiente hospitalar transcende a frieza técnica das máquinas, transformando-se em um território de escuta e respeito mútuo. 

“O cuidado humanizado não é apenas um gesto de carinho, é uma estratégia terapêutica. Quando acolhemos o paciente integralmente, mudamos sua química cerebral e sua disposição para lutar”, destaca a psicóloga.  

Ao ser acolhida por essa filosofia de cuidado integral, Valquíria encontrou no serviço ao próximo uma estratégia ativa de enfrentamento. Para ela, o voluntariado tornou-se o canal para processar sua própria angústia e transformá-la em suporte para outros. “Entendi rapidamente que eu estava recebendo muito mais do que oferecia. E que fazendo alguma coisa por outras pessoas, paramos de pensar só na gente. Isso talvez empurre para a frente. Descobri que existem muitas pessoas que são muito melhores do que eu e têm me mostrado, na sua limitação da doença, que elas são exemplos de vida para a gente”, revelou. 

Sob a ótica clínica, essa movimentação é uma ferramenta poderosa de saúde mental. Isabela Sousa reforça que o engajamento em causas solidárias atua diretamente na redução dos níveis de ansiedade e estresse. Ao atribuir um novo significado ao tratamento, a rede de apoio fortalece a resiliência emocional, criando um ciclo onde tanto o voluntário quanto o paciente recuperam o sentimento de pertencimento e esperança. 

A força do coletivo

A humanização proposta pela Fundação Pró-Rim baseia-se em um conceito que Isabela Sousa denomina como o “triângulo do cuidado”. Nele, o tratamento se sustenta na conexão indissociável entre o paciente, a equipe de saúde e os familiares. Quando o voluntariado entra nessa equação, o ambiente hospitalar se transforma. 

Para o presidente da Fundação Pró-Rim, Maycon Truppel Machado, essa presença humana é o que confere legitimidade social à instituição. “Os voluntários traduzem a seriedade e o compromisso da Pró-Rim. Quando um voluntário se destaca pelo engajamento, como a Valquíria, nós o denominamos como ‘Embaixador’. Isso gera uma confiança que nenhuma campanha institucional sozinha conseguiria alcançar”, destaca Maycon. 

Além do clínico

Embora o SUS garanta o procedimento da diálise, a vida do paciente renal exige muito mais do que a conexão com a máquina. É nas lacunas sociais que a “rede invisível” de mobilização mostra sua força bruta. “O SUS garante o tratamento clínico, mas a vida do paciente vai além. O voluntariado permite suprir lacunas essenciais, como segurança alimentar, apoio medicamentoso complementar, transporte e dignidade”, pontua o presidente Maycon Machado. 

Essa engrenagem é coordenada pela presidente do voluntariado, Sônia Vieira, que define o trabalho de mobilização como um ato de consciência política e social. “Defino como um voluntariado ativo e transformador. É o perfil de quem entende que ajudar vai além da doação individual. Às vezes, pedir para alguém doar, compartilhar uma causa ou mobilizar uma rede é tão importante quanto a doação em si”, ressalta Sônia. 

A ciência do bem-estar  

A solidariedade na Fundação Pró-Rim é mais que um conceito abstrato; ela é praticada em gestos que desafiam a frieza hospitalar. Valquíria recorda um momento marcante: “No ano passado, vi uma paciente que dialisava há 20 anos deitadinha no leito assistindo a uma ópera. As pessoas são simples e, nas coisas simples, elas mostram tanta riqueza. Deu vontade de deitar do lado dela e assistir junto”, comentou. 

Essas interações têm impacto biológico real. Isabela Sousa conta que o agir voluntário beneficia ambos os lados: “O voluntariado reduz o sentimento de invisibilidade e solidão do paciente. Para quem doa, a ação libera neurotransmissores como a dopamina, gerando sensações de plenitude, satisfação pessoal e sentido de vida. Isso ajuda a prevenir a depressão e fortalece a resiliência emocional. É uma vida de mão dupla para o bem”. 

Um convite à corresponsabilidade

A história de Valquíria Rezende é o fio condutor de uma mensagem maior: a Fundação Pró-Rim é mais que uma clínica, mas um projeto coletivo. Ao mobilizar amigos para cafés da manhã ou arrecadação de medicamentos, ela garante que o paciente foque na cura, e não na falta de recursos básicos. 

“Nenhuma doação é pequena quando se soma a outras. Muitas vezes, uma doação considerada pequena é o que garante uma refeição ou um dia a mais de tranquilidade para um paciente”, reforça Maycon Machado.  

Sonia Vieira finaliza pontuando que a Fundação Pró-Rim trabalha com transparência e responsabilidade para garantir que cada contribuição se transforme em cuidado real. E, reforça: “Para aqueles que se sentem inspirados pela história de Valquíria, o caminho é simples: procurar o voluntariado da instituição e tornar-se um elo nessa corrente do bem. É somente com o apoio da sociedade que o trabalho consegue acontecer e se manter”, concluiu. 

Para Valquíria, o resultado dessa entrega é o sorriso de quem encontra esperança no corredor de uma clínica. “Toda vez quando a gente pode ajudar ou pode colaborar, quem é mais recompensado é a gente mesmo, pelo olhar das pessoas e pelo carinho”, afirma Valquíria. 

Saiba como tornar-se um mobilizador da corrente do bem  

Valquíria acredita que ser um mobilizador é entender que a ajuda vai além da doação individual; trata-se de criar pontes e despertar a solidariedade naqueles que estão ao seu redor. Para isso, ela e a gestão da Fundação Pró-Rim orientam os seguintes passos:   

  1. Pratique a escuta ativa e qualificada

O primeiro passo para ajudar é compreender a realidade de quem enfrenta o tratamento renal.  

Aproxime-se: conheça as histórias dos pacientes; cada um tem um desafio e uma identidade única.  

Valide sentimentos: o acolhimento começa por entender que o diagnóstico é um momento “pesado” e que o apoio emocional é a base para a resiliência. 

  1. Identifique as “lacunas da vida”

Enquanto o tratamento clínico é assegurado, a vida do paciente fora da máquina apresenta necessidades urgentes onde o poder público não chega.  

Segurança alimentar: mobilize a arrecadação de cestas básicas; uma boa alimentação é vital para a eficácia do tratamento.  

Suporte medicamentoso: ajude na viabilização de medicamentos complementares que garantem a dignidade e a continuidade da terapia.  

Dignidade e mobilidade: itens como cadeiras de rodas ou auxílio transporte fazem a diferença para quem viaja longas distâncias.  

  1. Seja um ‘Embaixador’ na sua rede

Não precisa de grandes recursos financeiros para começar; use a sua influência para sensibilizar o seu círculo social.  

Mobilize vizinhos e amigos: conte as histórias que conheceu e mostre que a Fundação Pró-Rim é um projeto coletivo da comunidade.  

Crie pontes: articule parcerias com comerciantes locais ou grupos de amigos para ações específicas, como cafés da manhã ou campanhas comemorativas.  

Multiplique a confiança: ao mostrar a seriedade da instituição, você gera a legitimidade necessária para que outros também queiram ajudar.  

  1. Valorize o poder dos pequenos gestos

Lembre-se que o “suprimento” também é emocional. A presença e o afeto humanizam o ambiente clínico.  

Doe tempo e atenção: uma conversa, um sorriso ou o simples ato de ouvir podem transformar a experiência exaustiva da diálise num momento de encontro.  

Promova leveza: pequenas ações, como partilhar um momento de música ou uma palavra de incentivo, ajudam a quebrar o estigma da dor no ambiente hospitalar.  

  1. Cultive a resiliência e a gratidão

O trabalho de mobilização é, acima de tudo, um exercício de humanidade que beneficia tanto quem recebe quanto quem promove a ação.  

Entenda a missão: veja a ajuda não como um fardo, mas como um propósito de vida para “servir, não para ser servido”.  

Sinta o impacto: perceba que, ao ajudar o próximo, você desenvolve resiliência para enfrentar os seus próprios desafios diários. 

O caminho para quem se inspira na Valquíria é simples: procure o setor de voluntariado da Fundação Pró-Rim, conheça as necessidades locais e coloque-se à disposição. Como diz a mensagem da rede: “A união da solidariedade é o que realmente faz a diferença”. 

Ana Negreiros, comunicação da Fundação Pró-Rim


 

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